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Windows Server 2008 R2 – Revisão Copa Microsoft de Talentos

Features

LiveMigration

Precisa-se de no mínimo duas máquinas e no máximo 16. Por quê? Porque ele vai usar a infra-estrutura de clusters. Um recurso chamado de FailOver Clustering. Como ele funciona? Você tem seus servidores, cada um com seu disco local, sua própria instalação. Por outro lado, suas maquinas virtuais .vhd vão estar armazenadas numa storage compartilhada. Então seus servidores vão estar ligados à storage.

O LiveMigration leva “a quente” uma maquina virtual do nó de um cluster para outro. As configurações são levadas e em seguida ele faz uma passada na memória diversas vezes. Os trechos de memória que não estão em uso são levados durante as diversas passadas, fazendo com que os trechos que estão em uso sejam reduzidos de maneira tal que possam ser levados de uma única vez (Isso é o que chamamos de Dirty Bitmap Pages). No final do processo, há uma pequena interrupção que não chega a ser percebida pelo usuário devido ao timeout.  Recomenda-se que o LiveMigration seja executado em um horário onde as operações de escrita/leitura na memória das maquinas sejam mínimas. Recomenda-se também uma rede gigabit dedicada para o transporte de uma máquina virtual de um nó para o outro.

Que versões do Windows Server suportam o LiveMigration? Basicamente as versões que suportam o FailOver Clustering: Windows Server 2008 R2 Enterprise, DataCenter e Hyper-V Server 2008 R2 (versão gratuita).

Uma questão importante que se deve ter em mente é: Como que eu faço o acesso da maquina física com a storage? Através do protocolo Scsi ou Scsi over ip. Lembrando que o Windows Server 2008 e 2008 R2 não suportam o que chamamos de Paralell Scsi, mas o Scsi 3.

Uma pergunta importante: O que eu devo fazer para que minha máquina virtual consiga criar um diretório mapeado da minha storage, ou aquilo que chamamos de LUN? O método mais simples é utilizando iScsi. Pra quem não sabe Scsi é um protocolo. Então eu passo um comando Scsi em um pacote TCP. Com esse modelo eu posso utilizar uma placa ethernet pra fazer um acesso a uma storage.

Fazer cluster dentro das maquinas virtuais é possível? É! Desde que utilize o iScsi.

Virtualização de Área de Trabalho – Remote Desktop Services

É o antigo Terminal Services. Agora ele mudou de nome e ganhou a capacidade de virtualizar o Desktop dos usuários. Quando falamos de virtualização de Desktop, basicamente temos dois tipos. O primeiro, onde é criada uma maquina virtual dedicada por usuário e a segunda que chamamos de Pool de Desktops, um único Desktop virtual onde a máquina que não é mais utilizada, volta pro pool, e nenhum estado de configuração é mantido. Caso deseje-se gravar o estado dessas maquinas, pode-se usar o Folder Redirection ou Roaming Profile.

O que mais o Remote Desktop Services faz? Um ponto de melhoramento bem interessante é no Remote Application Manager (que tem a capacidade mandar apenas a tela da aplicação para o usuário. A memória e o processamento estar o servidor) que agora tem a capacidade de restringir por aplicação, o acesso por parte do usuário.

Instalação

Desde a versão Windows Server 2008, tínhamos um tipo de instalação chamada Server Core. A instalação Server Core não possui interface gráfica e uma serie de aplicativos não são instalados junto com o sistema operacional. Conseqüentemente isso reduz bastante o consumo de memória e também a superfície de ataques.

Gerenciamento

PowerShell 2.0

Basicamente tudo o que você pode fazer na interface gráfica do Windows, você também pode fazer no PowerShell, que é uma linguagem de scripts. Possui módulos de acordo com o produto. Então tem o módulo para Exchange, para SQL e também o modulo para Active Directory.

Active Directory

A lixeira do Active Directory é um recurso bastante interessante (e que só vai funcionar se os Domain Controllers forem Windows Server 2008 R2). Quando apagamos um usuário, ele não é apagado totalmente do Active Directory, ele vai para um lugar que chamamos de tombstone. Entao com a lixeira, conseguimos voltar aquele objeto “a quente” para o meu ambiente.

Qual que é vantagem? Antigamente se apagássemos um usuário ou um contato, e quiséssemos restaurar, teríamos que fazer um Restore do Active Diretory. Com a lixeira não precisamos fazer mais isso.

Core Parking

É a capacidade que o Sistema Operacional tem de desligar um núcleo do processador dinamicamente. Não é visualizado via TaskManager, mas sim pelo ResourceMonitor. Já vem ativado por padrão.

Server Manager

Possuía uma nova capacidade, que é a de gerenciar máquinas remotas.

Use IE IESC, para configurar alguns alertas de segurança do Internet Explorer. Por usuário ou por administradores.

Best Practices Analyser (BPA)

Analisa o servidor e aponta as melhores práticas de configuração sugeridas pela Microsoft.

Por exemplo: Em relação ao ActiveDirecotory, sabemos que é uma boa prática colocar a database e os logs separados do disco do Sistema Operacional. Mas se você comprar um servidor que tem apenas um disco e não tem como separar a database e os logs em outras partições, você pode, por exemplo, excluir esse alerta do resultado do BPA. Porém, se o BPA for rodado novamente, aquele alerta estará de volta.

O interessante é o que BPA também mostrar como corrigir problemas de configuração através de um link que aponta direto pro TechNet, onde existe a descrição e a solução do problema encontrado. O Windows Update atualiza essas práticas conforme elas vão sendo disponibilizadas pela Microsoft.

Diagnósticos

Event Viewer

Uma nova capacidade do Event Viewer, que vem desde a versão 2008 e continua presente no Windows Server 2008 R2, é que ele agora pode ser visualizado como um arquivo XML. Então imagine que você precisa ler algumas informações direto do Event Viewer, você pode usar o XML para isso.

Subscription

Outra tecnologia do 2008 que também está presente no Windows Server 2008 R2. Imagine que você precisa dos logs de login de vários Domain Controllers para fazer uma auditoria. Como você faria? Salvaria todos os Event Viewers, e filtraria por evento. Com o Subscription, todos esses logs podem ser centralizados em uma única máquina. E isso pode ser feito de dois modos: Todos os Domain Controllers mandam os eventos para a máquina centralizada ou a máquina centralizada pega das Domain Controllers os eventos que ela precisa. O interessante disso tudo é você pode selecionar os eventos que deseja capturar, por palavra-chave, id, etc.

Apesar da comunicação ser feita por http ou https, não significa que a máquina que irá capturar os logs precisa ter IIS instalado. Ele vai utilizar a porta, e não o serviço.

Roles e Features

Sabemos que o Windows Server 2008 e o Windows Server 2008 R2 são divididos em Roles e Features. Uma role é o papel principal da máquina. Já as Feature são as ferramentas que dão suporte para a Role. É bastante importante saber as principais features disponíveis no Windows Server 2008, pois isso pode salvar a sua pele algum dia!

Attach de VHD

Um recurso bastante interessante onde podemos dar um attach de um vhd (se este não estiver sendo usado no momento). O novo disco ficará disponível assim como uma unidade de disco local comum.

Pergunta de prova: Como é que eu faço para copiar um arquivo de uma maquina física para uma maquina virtual? Não é fazendo drag-and-drop de arquivos. Por padrão a arquitetura do Hyper-V só permite o acesso via rede!

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